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Os péptidos de cobre no combate à calvície

A CM2C disponibiliza aos seus pacientes os produtos GraftCyte e Tricomin, oriundos da companhia americana ProCyte (PhotoMedex Group).

Péptidos de Cobre ("Copper Peptides")
Como é conhecido, durante a juventude, a cabeleira é abundante e os folículos pilosos são bem irrigados pelos vasos sanguíneos. No entanto, durante o envelhecimento, verifica-se que o processo de regeneração dos folículos, antes fartamente irrigados, passa, agora, a ser mais lento.

No homem, a acção da hormona dihidrotestosterona (maior responsável pela calvície androgénica) acrescenta um obstáculo a mais ao crescimento dos cabelos.

Como é sabido, o efeito do processo de miniaturização dos folículos pilosos induz a uma progressiva calvície e a folículos sempre mais superficiais e menos irrigados de sangue. A consequência directa desta progressiva "diminuição" do bolbo piloso leva ao crescimento de cabelos sempre mais finos, frágeis e despigmentados.

Qual é a utilidade dos péptidos de cobre no combate à calvície?
Os péptidos de cobre, patenteados por Loren Pickart nos anos 80, graças às suas múltiplas virtudes, apresentam-se entre as substâncias que melhor contribuem para travar ou para inverter o processo de miniaturização dos folículos.

Pickart afirma que os processos de renovação da pele e do couro cabeludo efectuam-se através dos folículos pilosos, pois as novas células da pele emergem dos folículos pilosos e migram para a pele das regiões que os circundam.

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Segundo afirma Pickart, a acção dos péptidos de cobre estaria em condições de inverter o processo natural de envelhecimento da pele e dos folículos pilosos, estes últimos caracterizados por cabelos finos e miniaturizados, couro cabeludo mais sensível e fases telogénicas mais longas.

Entre as causas de aceleração dos processos de envelhecimento da pele e do folículo são também mencionados factores químicos e/ou ambientais como, por exemplo, a acção de colorações químicas e cosméticas, a excessiva exposição ao calor e aos raios ultravioletas, danos ao couro cabeludo de outra natureza (cicatricial) e a acção auto imune do organismo.

Segundo se constatou, a acção dos péptidos de cobre inverteria estes processos naturais, levando à geração de novos vasos capilares ao redor do folículo, bem como ao incremento das gorduras subcutâneas e à síntese da melanina, além de regenerar os danos do couro cabeludo, favorecendo a formação de cabelos mais espessos.

Estes efeitos foram observados, pela primeira vez, nos anos 40, durante a segunda guerra mundial, quando se verificou que na interpretação do prognóstico da cura de pacientes atingidos por graves queimaduras e consequentes cicatrizes, era fundamental a constatação do crescimento de folículos pilosos à margem da pele queimada; se os folículos, ao invés, se alargavam, a cura seria escassa e as cicatrizes de queimaduras permaneceriam.

Mais tarde, em 1985, Pickart descobriu que os seus péptidos de cobre, os SRCPs ("Skin Remodeling Copper Peptides") não somente estimulavam a cura das feridas, mas também incrementavam as dimensões dos folículos pilosos nas zonas atingidas pelas mesmas.

Daí ter-se concluído que os péptidos de cobre não são estimuladores do crescimento em si, mas na verdade, favorecem o mesmo como consequência natural do aumento da vitalidade e da saúde do folículo piloso.

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Os péptidos de cobre complementam o transplante capilar ao estimular a conversão de cabelos finos em cabelos mais grossos e pigmentados, através da sua acção sobre o folículo piloso.

 
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